

Quando a Clarins decidiu entrar no Brasil, ela já trazia consigo décadas de reputação, um portfólio consolidado e uma estratégia clara: operar através de um modelo full commerce que prometia cuidar de tudo. Site, toda a logística e operação. O resultado dessa implementação foi uma presença digital que não refletia quem a Clarins é. E numa categoria onde a experiência de compra é parte do produto, isso se torna um custo alto. A virada veio quando eles decidiram assumir o controle da própria operação digital. Para isso, precisavam de um parceiro que entendesse tanto de tecnologia quanto de experiência de compra.









